Terapia cortada no meio do tratamento, cirurgia negada, exame que não sai da autorização, mensalidade que quase dobra no reajuste, contrato cancelado do nada. Cada uma dessas situações tem regra escrita, prazo e caminho — e dá pra entender tudo isso em português, sem juridiquês.
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Estas são as frases que mais chegam no WhatsApp do escritório. Se alguma delas é a sua, você não está exagerando e não está sozinha.
As sessões pararam no meio do tratamento e cada semana parada é perda real no desenvolvimento dele.
O boleto virou impagável e o dilema é largar o plano de saúde no pior momento possível.
A sensação de traição de um contrato que a família cumpriu por anos, sem falhar um mês.
A sigla chega como se fosse sentença final — e muita gente para por aí sem saber que aquilo se discute.
A conta do tratamento fora do plano de saúde é inviável e o tempo está correndo contra o tratamento.
A rescisão chega por carta ou por aplicativo, sem explicação que se entenda, e a família fica descoberta.
Isto não é orientação sobre o seu caso: é o básico que o escritório repete todo dia e que faz diferença em qualquer situação com plano de saúde.
Ligação não deixa rastro. Peça a recusa formalizada, com o número do protocolo, e guarde. Se vier só por telefone, anote data, horário e o nome de quem atendeu.
O pedido médico, o relatório e a justificativa clínica são a base de tudo. Guarde a via original e uma foto — papel se perde, celular também.
Parar de pagar a mensalidade no meio de uma discussão costuma criar um problema novo em cima do que já existe. Antes de decidir isso, converse.
Quando a operadora recusa, adia ou interrompe algo que o médico pediu.
Quando o problema não é o tratamento, é o contrato e o boleto.
O escritório também atende reembolso, carência, planos de autogestão e ações contra o poder público (medicamento pelo Estado, fila de cirurgia). Se a sua situação não está listada aqui, pergunte mesmo assim.
Nenhuma frase abaixo é resposta sobre o seu caso — cada situação depende do contrato, do pedido médico e do que foi documentado. Mas vale saber que nenhuma delas é ponto final automático.
O alcance do rol é tema em discussão constante nos tribunais e o desfecho varia com o caso concreto. Receber a sigla como sentença é diferente de entender o que ela significa no seu contrato.
Medo de retaliação é o que mais faz família desistir sem nem pedir a negativa por escrito. Contrato de plano de saúde tem regras próprias para rescisão — não é o humor de quem atende o telefone.
A documentação médica pesa, sim. Mas “ainda não tenho tudo” não é motivo para não conversar: parte do trabalho é justamente organizar o que existe e apontar o que falta.
Existem prazos, e eles variam conforme o tipo de discussão. Concluir sozinha que perdeu o prazo é, na prática, desistir antes de saber.
Não precisa estar tudo em mãos para chamar. Mas se você já tiver, a conversa rende mais desde o primeiro minuto.
Sem formulário e sem cadastro. Uma assistente organiza a sua situação — o que aconteceu, quando, com qual operadora — para que nada se perca no caminho.
Não há intermediário nem outra etapa: a Dra. Caroline segue a conversa com você no mesmo número, depois dessa primeira organização.
O que a regra diz, quais caminhos existem, o que costuma demorar e o que pode dar errado. Sem juridiquês e sem promessa de resultado.
Ela não estudou o abuso dos planos de saúde. Ela passou por ele.
Durante o próprio trabalho de parto, teve o procedimento negado pela operadora. Saiu daquele episódio com a experiência que ninguém escolhe ter — e com a decisão de dedicar a carreira a enfrentar exatamente esse tipo de abuso.
São 8 anos atuando em Direito da Saúde, em dois eixos: negativas de cobertura (terapia, cirurgia, internação, exame, medicamento, home care, prótese) e discussões de contrato (reajuste anual, faixa etária, cancelamento unilateral). O atendimento é 100% online e para todo o Brasil — a distância não é problema.
O jeito de trabalhar tem uma marca: explicar em português. Quem acompanha um caso aqui entende o que está acontecendo, em que etapa está e o que vem depois — não recebe um PDF incompreensível nem um “aguarde publicação”.
Sim. O atendimento é 100% online e a Dra. Caroline atende famílias no Brasil inteiro. Você não precisa se deslocar para lugar nenhum, em nenhuma etapa.
Depende do tipo de discussão, da documentação e do andamento de cada situação — por isso não existe resposta honesta em número de dias. É uma das primeiras coisas que a advogada explica, olhando o seu caso.
Essa é exatamente a conversa a ter com a advogada, com as informações na mão. Qualquer resposta antes disso seria chute — e chute, nesse assunto, faz mal.
Pode. Muita gente chama só para entender o que está acontecendo. Você conta a situação e sai da conversa sabendo mais do que entrou.
Não para conversar. Documentação ajuda, e parte do trabalho é justamente apontar o que existe e o que falta — mas a conversa começa com o que você tem hoje.
Pode chamar. Vale lembrar que trocar de profissional no meio do caminho é uma decisão sua e tem implicações — que também podem ser conversadas abertamente.
Isso é conversado diretamente com a Dra. Caroline, caso a caso, com transparência. A assistente do primeiro contato não trata de valores.
No primeiro contato, uma assistente virtual organiza a sua situação — ela se identifica como tal. Logo em seguida, a própria Dra. Caroline continua a conversa, no mesmo WhatsApp.
Não é pressão de venda — é o que costuma pesar de verdade em casos de plano de saúde:
Terapia e reabilitação interrompidas cobram um preço que não é financeiro. Semana parada é semana que não volta.
Protocolo some do aplicativo, atendente não lembra da ligação, relatório antigo perde força. Registrar cedo é mais fácil que reconstruir depois.
Eles variam conforme o tipo de discussão. O problema não é o prazo em si — é descobrir que ele existia quando já passou.
Entenda, em português, qual é a que vale pro seu caso.
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